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       "Iríamos aos pagãos, e eles aos circuncidados. Recomendaram-nos apenas que nos lembrássemos dos pobres, o que era precisamente a minha intenção” [ Gl 2,10.]. A dimensão social do Carisma Novo Ardor se dá mais completamente por meio das Obras de Misericórdia, onde acreditamos poder resgatar os valores e as raízes cristãs esquecidos no mundo de hoje. Deus nos lançou um vigoroso apelo a integrarmos, dentro de nossos costumes e de nosso plano de vida, a dedicação de parte de nosso tempo e dos nossos próprios bens à prática das obras de misericórdia. Isto tem sido parte integrante da vida de todas as gerações de cristãos, desde a fundação de nossa Igreja por Jesus Cristo Nosso Senhor e Salvador. Queremos, com novo ardor, dar continuidade a essa cadeia ininterrupta, mostrando assim, ao mundo, uma das facetas mais belas do cristianismo e da Igreja. Queremos ir mais longe: que esta preocupação de ajudar àqueles que padecem de qualquer tipo de infortúnio não se reduza a gestos isolados, realizados em nível pessoal (dar uma esmola a um pobre, doar roupas às crianças de um orfanato, contribuir com uma instituição beneficente, etc.), mas que todos ao nosso redor compartilhem dessa preocupação, e que se vá formando uma verdadeira cultura da solidariedade. O objetivo da Comunidade na dimensão social é prestar assistência no campo das obras de misericórdia corporais e espirituais trabalhando na dimensão da promoção humana visando a evangelização do assistido e a santificação de seus membros por meio do exercício da caridade numa interação fé e vida.

       A catequese é um crescimento na fé e maturação da vida cristã à plenitude e, por consequência, é uma obra do Espírito Santo, obra que só Ele pode suscitar e manter na Igreja. A Igreja, povo de Deus, é enviada a todos os povos para anunciar o Evangelho e fazer crescer o Reino de Deus. “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi”[ Mt 28,19-20a.]. Antes de qualquer coisa, é claro que a Igreja, quando realiza a sua missão de catequizar – como de resto cada um dos cristãos que na Igreja e em nome da Igreja se aplica a essa missão – deve estar bem consciente de agir como instrumento vivo e dócil do Espírito Santo. Assim, invocar incessantemente esse mesmo Espírito, estar em comunhão e unidade com Ele e esforçar-se por conhecer as suas autênticas inspirações, deve ser a atitude da Igreja que ensina, bem como de todo e qualquer catequista[ Cf. CT 72.].

       O sofrimento, segundo as palavras do próprio Cristo, faz parte, como que essencial, da vida de cada homem e mulher que O escolhe como Mestre. De fato, são chamados felizes os que sofrem por amor a Cristo e à Igreja[ Cf. Mt 5, 11.], seu corpo, por que assim também sofreu aquele em nome de quem agora sofrem; porém, não se deve limitar a experiência do sofrimento cristão apenas a essa semelhança “externa” com o sofrimento de Jesus, mas deve-se recordar o que diz o apóstolo Paulo em sua carta aos Colossenses: “Agora me alegro nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja”[ Col 1,24.]. O sofrimento é, ao mesmo tempo, efeito e modo do Carisma Novo Ardor, isto é, a atuação do carisma leva os consagrados a sofrerem, à maneira de Cristo, por aqueles que Deus quer salvar, enquanto é também meio necessário para que sua ação seja autêntica. O sofrimento como oblação, à semelhança do próprio Cristo, define, ao lado das outras dimensões, o Carisma Novo Ardor, e o modela e vivifica, da mesma forma que é impossível conceber a redenção do homem sem pôr em evidência o sacrifício do Cordeiro de Deus, sacrifício que é a própria substância da obra redentora. De fato, a compaixão é a alma dessa oblação da própria vida como sacrifício de expiação, não como causa suficiente de salvação dos homens, mas como união de amor ao único sacrifício por si só suficiente, o de Cristo, como memória da vida do servo sofredor.

       “Porém, como invocarão aquele em quem não têm fé? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão falar, se não houver quem pregue?”[ Rm 10, 14.]. Evangelizar é levar a Boa Nova a todas as parcelas da humanidade, em qualquer meio e latitude, e pelo seu influxo transformá-las a partir de dentro e tornar nova a própria humanidade. A finalidade da evangelização é precisamente esta mudança interior[ Cf. EN 18.]. A evangelização exige muita atenção à situação em que vivemos nos dias de hoje, sincera abertura de espírito e solidariedade diante das aspirações, angústias e interrogações da nossa época. Mesmo assim, com todo esse obstáculo aparente, a Igreja tem a estrita responsabilidade de oferecer, por fidelidade ao próprio Jesus e à missão que d’Ele recebeu, o acesso à Palavra de Deus, à celebração da Eucaristia e aos demais sacramentos, e de cuidar da caridade fraterna e do serviço aos pobres[ Cf. CNBB doc. 71, n. 19.]. Movida pelo Espírito Santo, a Comunidade Novo Ardor é tocada a prestar seus serviços auxiliando a Igreja nesse trabalho de evangelização. As condições da sociedade obrigam-nos a todos a rever os métodos, a procurar, por todos os meios ao alcance, e a estudar o modo de fazer chegar ao homem pós-moderno a mensagem cristã, na qual somente ele poderá encontrar a resposta às suas interrogações e a força para a sua aplicação de solidariedade humana[ Cf. EN 3.]. Nossa missão de evangelização não pode ser realizada senão unidos à Igreja, pois é ela que tem a tarefa de evangelizar e essa tarefa não se realiza sem ela e, menos ainda contra ela. Assim, enviada e evangelizadora, a Igreja também envia ela própria evangelizadores[ Cf. EN 15s.].

       A adoração nutre o carisma e é somente pela total entrega de si a Cristo que o consagrado é capaz de “dar vida” ao carisma. De fato, a adoração é o alimento do carisma, e é também parte de sua substância, constituindo em si sua base e sustentáculo, ao mesmo tempo em que é, por excelência, uma de suas formas de atuação, permeando e orientando as demais dimensões. Com efeito, a adoração na busca da salvação integral do homem deve ser essencialmente Eucarística, isto é, oblação unida ao sacrifício de Cristo. De fato, como Cristo amou o mundo a ponto de dar a própria vida em sacrifício de expiação pelas culpas dos homens, sacrifício de perfeita adoração, do qual fazemos memória na Santa Missa, o Consagrado Novo Ardor deve adorá-lo de modo semelhante, numa dedicação total e constante a Deus. A adoração entendida assim não é definida em momentos de “devoção externa”, mas, a exemplo de Cristo, em uma vida verdadeiramente devota, de incessante oração e entrega a Deus, de si e daqueles que não O adoram e O desprezam.

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